Marcelo Rebelo de Sousa, o candidato da direita, que "cospe no prato da sopa que lhe dão", e se encosta indecorosamente à esquerda e a António Costa, na sua tentativa desesperada de evitar uma segunda volta que lhe será fatal, e que há dois meses tinha quase 60% de votos nas sondagens, começa a perder gás. A quinze dias das eleições, em sondagens feitas antes dos dois importantes debates que teve, com Sampaio da Nóvoa e Maria de Belém, caiu para 52%. Se houver uma participação eleitoral significativa, teremos reposto o cenário Freitas/Soares, em 1985.
Numa segunda volta Marcelo voltará para a Faculdade e para a TVI, e poderemos ter alguma estabilidade política.
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