No Brasil, tenho acompanhado com a maior atenção a evolução desta "pandemia" em marcha. Desde a negligência das autoridades no combate ao mosquito Aedes aegypti até à campanha que se desencadeou num tom muito mais alarmista do que educativo, o que gera perigos, como entre as mulheres que grávidas buscam o aborto julgando salvarem-se do mal, muito antes de identificarem anormalidades ou/e enfermidades.
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