segunda-feira, 11 de julho de 2016

Portugal tem que vir para a rua receber os seus heróis. Que ninguém fique em casa. Bandeiras nacionais em todas as janelas. "Ditosa Pátria, que tais filhos tem"

Infelizmente, fora de Portugal, não vou poder associar-me aos festejos, da recepção aos nossos campeões. Eu que sofri presencialmente em Liverpool na derrota injusta para a Inglaterra na meia final do mundial de Eusébio, em 1966; que chorei nas bancadas do Vélodrome na derrota injustíssima para a França no Europeu de 1984; que sofri e chorei de novo no Heisel, em Bruxelas, na injusta derrota para a França, no Europeu de 2000, com uma arbitragem tendenciosa como a de ontem. Não pude ir a Paris, nem vou poder estar mais logo na rua vibrando com os Portugueses, vitoriando os novos "comendadores". A milhares de quilómetros de distância, prenhe de alegria e felicidade, apelo a todos para que não fiquem em casa. Enchamos as avenidas e praças de Lisboa, onde esses novos Heróis vão passar. A festa não se pode resumir à varanda do Palácio de Belém. Os portugueses, os lisboetas tem direito ao passeio triunfal de todos estes magnifícos, e a poderem ver a Taça do orgulho nacional.

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